Thomas-Greenfield vai encontrar-se, no domingo, com o Primeiro-Ministro, e com o chefe da diplomacia Cabo-verdiana
A diplomata Thomas-Grrenfield, que é membro do Gabinete do Presidente Norte-americano, Joe Biden, vai estar em Cabo Verde no domingo, para uma visita de algumas horas.
A Embaixadora junto das Nações Unidas trás na agenda as questões de insegurança alimentar e guerra na Ucrânia.
Cabo Verde, Uganda e Gana são os três países Africanos que a diplomata irá visitar.
Linda Thomas-Greenfield tem encontro marcado com o Primeiro-Ministro, Ulisses Correia e Silva, e com o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Cooperação e Integração Regional, Rui Figueiredo Soares.
Em declarações aos Jornalistas momentos antes da partida para Uganda, primeira etapa deste périplo, a diplomata afiançou que discutirá com as autoridades Cabo-verdianas “todo o leque de assuntos relacionados com a nossa parceria, tanto bilateral como multilateralmente”.
Cabo Verde, sublinhou a Norte-americana, “tem sido um parceiro incrível para nós. E parte da minha visita é também realmente destacar essa parceria. E agradecer aos líderes Cabo-verdianos por essa parceria e essa amizade”, precisou.



E devemos aproveitar para condenar claramente esta guerra que nos afeta sobremaneira. Partilhamos valores comuns com os Estado Unidos e o país deve-se posicionar com firmeza perante os seus aliados tradicionais.
Meu caro tem de haver muita diplomacia nesta questão de posicionamento, pricipalmente nós que sempre tivemos boas relações diplomáticas e dependemos muito da ajuda externa para o nosso desenvolvimento.
Só pra lembrar que muitos dos quadros caboverdianos fizeram a sua formação superior na ex URSS, fruto da cooperação existente.
Um dos rostos da América vem a Cabo Verde, para falar de temas e assuntos globais com o rosto da democracia em Cabo Verde. Já o rosto da ditadura vai Lisboa agradecer ao Expresso e a SIC com o nosso dinheiro e com o nosso dinheiro oferece, com com o nosso suor, não um, mais dois jantares para encher o saco dos portugas. Nos manuais da diplomacia, cabe ao anfitrião oferecer recepção aos seus hóspedes. Na cartilha do baixinho, quem paga a conta são os caboverdianos. A América está a mostrar a insignificância do nosso PR.
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