A crescente tensão militar entre os Estados Unidos e o Irão voltou a marcar a agenda internacional, com novos incidentes na região do Médio Oriente a elevar os receios de um conflito mais alargado e a provocar impactos na aviação civil e nos mercados energéticos
A situação no Médio Oriente agravou-se nas últimas horas, na sequência de novos ataques atribuídos ao Irão contra interesses norte-americanos na região, aumentando o estado de alerta internacional.
Perante o agravamento do risco, a Agência Europeia para a Segurança da Aviação (EASA) alargou as recomendações para que as companhias aéreas evitem o espaço aéreo da Jordânia, juntando-o a outras zonas consideradas de elevado perigo para a navegação aérea.
A instabilidade também continua a refletir-se nos mercados internacionais, com os preços do petróleo a manterem-se sob pressão devido aos receios de interrupções no abastecimento através de importantes rotas marítimas do Golfo Pérsico e do Mar Vermelho.
Governos e organizações internacionais acompanham a evolução da crise com preocupação, receando que uma escalada militar possa comprometer a estabilidade regional, afetar o comércio global e provocar novas perturbações no transporte aéreo internacional.

