Este ativo de ser preservado, cuidado e aprimorado, defendeu o Chefe do Governo
Posição foi vincada, esta manhã, no Parlamento, pelo Primeiro-Ministro, na abertura do debate, proposto pelo PAICV, sobre a Segurança.
Ulisses Correia e Silva acentuou, desde logo, que a estabilidade e a segurança, a paz social e a confiança, “são fatores fundamentais” para o desenvolvimento sustentável e seu suporte.
Cabo Verde, assinalou o Chefe do Governo “é um País seguro” e de “baixos riscos”.
Durante a sua intervenção na abertura do debate, UCS vincou que o seu Governo “criou e está a implementar” o Programa Nacional de Segurança Interna e Cidadania com uma abordagem “transversal”. Disse mais: Até 2019, houve uma “evolução positiva” dos principais indicadores económicos e sociais. O PM reconhece que com a crise da pandemia da Covid-19, iniciada em março de 2020, a situação económica e social nacional “piorou” com reflexos ao nível do crescimento económico, do emprego, do rendimento e da pobreza, mas assegurou, a prioridade foi colocada na proteção e mitigação dos efeitos da crise.
Sob a sua liderança, indicou o PM, Cabo Verde teve uma “redução continuada e sustentada” do número de ocorrências, vincando que por 5 anos consecutivos, de 2016 a 2020, tem havido, simultaneamente, um conjunto de medidas de motivação dos recursos humanos, reforço de meios e do quadro institucional e organizacional das forças de segurança, medidas que “tiveram impacto na redução da criminalidade”.
UCS reconhece que em 2021 comparado com 2020, registou um aumento de crimes contra pessoas e contra a propriedade, mas advertiu que esta “não é” uma realidade ou circunstância exclusiva de Cabo Verde, e lembrou que um pouco por todo o mundo, em 2021 assistiu-se a um “recrudescimento” da criminalidade derivado, observou, aos impactos “múltiplos e profundos” na vida das pessoas e das comunidades provocados pela pandemia da Covid-19. Entretanto, o Governo “reitera” o seu compromisso com o “reforço da segurança e combate à criminalidade” através da melhoria do desempenho das forças de segurança, da “priorização” das Operações Especiais de Prevenção Criminal, da “extensão” da implementação do projeto “Cidade Segura”, da “redução substancial” da pendência e morosidade processual nos tribunais, do reforço da implementação do Plano de reinserção social dos reclusos para reduzir as reincidências.


