Estado de emergência não vai ser prorrogado na ilha de Santiago

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Decisão saiu do encontro entre Presidente da República e o Governo. Jorge Carlos Fonseca justifica a decisão com o fato da situação em Santiago, principalmente na Praia ser estacionária

O estado de emergência não vai ser prorrogado na Ilha de Santiago, afirmou hoje o Presidente da República, depois de se reunir com o Governo.

Jorge Carlos Fonseca justifica a sua decisão com o fato da situação na Ilha de Santiago, nas últimas três semanas, ser estacionária, e também porque o último decreto foi “mais soft”.

O estado de emergência que ainda vigora, caduca às 24 horas de amanhã, sexta-feira, 29.

No entanto, com a saída do estado de emergência o Chefe de Estado apela a população a mais prudência e cuidados redobrados.

Já amanhã, o Governo reunirá para pronunciar sobre o plano de desconfinamento para todo o território nacional.

7 COMENTÁRIOS

  1. Tem piada a justificação.
    Falta de coerência.
    Nunca houve necessidade de estado de emergência.
    A ponto que a justificação, para a sua não renovação, não cola.
    Pagamos todos e vamos continuar apagar ,um custo elevado,por decisões mal ponderadas.

  2. “O Chefe do Estado apela a mais prudência e cuidados redobrados.” Por que o presidente espera que isso aconteça quando a população não está sendo prudente ou cuidadosa nas últimas duas semanas.

    Também é difícil entender o pensamento de que nas últimas três semanas a situação será estacionária. Além disso, os testes de anticorpos realizados recentemente sugerem que cerca de 1,6% da população da Praia pode ter sido infectada ou atualmente é detectada. Isso significa que pode haver muitos casos não detectados na Praia.

    Também passamos vários dias sem resultados de testes nas últimas duas semanas e, em particular, nos últimos três dias. Portanto, na verdade não tínhamos as informações completas necessárias para tomar uma decisão tão esperançosa.

    Além disso, pela mesma razão que o último decreto foi “mais suave”, na minha opinião, a decisão mais prudente teria sido ser mais conservadora em vista do cenário total com o qual estávamos diante e permitir o estado de emergência para continuar no mesmo estado em que está nas últimas duas semanas.

  3. Confesso que não fiquei muito entusiasmado com esta saida devido à justificação que nos foi dada ( situação ser estacionária).Os casos estiveram sempre a subir ate que os REAGENTES, que suponho, serem chineses, deixaram de reagir logo quando se aproximava a data do fim do Estado de Emergência.Por mim, nunca se justificou, as sucessivas prorrogacoes.

  4. TONT MINUTOS NA QÉS ANTERIORES, E TONT NESS ÚLTIMO?
    QUASE PRESIDENTE TAVA CHATIADU SIM!

  5. O sr. Presidente ” TUNTUNHIU” muito para terminar com uma coisa que ja estava ha muito tempo terminado.
    SO que nao haja consequencias

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