Desenvolvido pela farmacêutica Gilead Sciences, o tratamento é administrado duas vezes por ano e é indicado para adultos e adolescentes com pelo menos 35 quilos, com risco de infeção por via sexual
A Administração Norte-americana para a Alimentação e Medicamentos (FDA) aprovou, esta quarta-feira, o Yeztugo (lenacapavir), o primeiro medicamento injetável de ação prolongada para prevenção do VIH nos Estados Unidos.
Desenvolvido pela farmacêutica Gilead Sciences, o tratamento é administrado duas vezes por ano e é indicado para adultos e adolescentes com pelo menos 35 quilos, com risco de infeção por via sexual.
De acordo com a Gilead, 99,9% dos participantes nos ensaios clínicos permaneceram seronegativos, o que representa um avanço significativo na luta contra o vírus.
O CEO da empresa, Daniel O’Day, classificou a aprovação como um “momento decisivo” e acredita que o medicamento pode “ajudar a acabar com a epidemia do VIH”.
Especialistas veem o Yeztugo como uma forma eficaz de superar barreiras como o estigma e a dificuldade de adesão a tratamentos diários, oferecendo uma alternativa viável e mais conveniente para a prevenção do VIH.


