Fajã de Água/Brava. Derrocada de rocha nada tem a ver com atividade sísmica

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É o entendimento do geofísico Bruno Faria, do Instituto Nacional de Metereologia e Geofísica

A derrocada de rocha registada no último sábado, 21, na localidade de Fajã de Água, na Ilha Brava, nada tem a ver com atividade sísmica, observou o geofísico Bruno Faria.

Em conferência de Imprensa, a partir da Cidade de Mindelo, o geofísico do Instituto Nacional de Metereologia e Geofísica afiançou não haver “possibilidade” de a queda da rocha ter sido provocada por atividades sísmicas até porque “não se verificou nenhum sismo nem antes, nem depois”.

“A queda das rochas é que provocaram um “pequeno sismo”, ajuntou

Bruno Faria observou, no entanto, que a Brava teve uma crise sísmica “bastante intensa” entre 2017 e 2018, mas que começou a baixar em setembro de 2017, tendo atingido em 2018 níveis registados antes de 2015.

Disse, no entanto, que a atividade sísmica “aumentou ligeiramente” na semana passada com algumas ondulações, embora “nada preocupante”.