Segundo a Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML), não foram encontradas falhas mecânicas no veículo. A viatura tinha a inspeção em vigor e cumpria o plano de manutenção, tendo também sido realizados novos testes ao sistema de travagem após o acidente
O acidente com um autocarro da Carris Metropolitana, ocorrido a 7 de julho no terminal rodoferroviário de Agualva-Cacém, em Portugal, que provocou duas mortes e 20 feridos, deveu-se a uma falha de natureza humana da motorista, concluiu a investigação interna do operador.
Entre as duas vítimas mortais está Deliany Moreira, uma jovem cabo-verdiana, que se encontrava na paragem quando foi colhida pelo autocarro.
Segundo a Transportes Metropolitanos de Lisboa (TML), não foram encontradas falhas mecânicas no veículo. A viatura tinha a inspeção em vigor e cumpria o plano de manutenção, tendo também sido realizados novos testes ao sistema de travagem após o acidente.
A investigação concluiu ainda que a motorista cumpria os requisitos para exercer a função e tinha recebido a formação necessária. Apesar disso, a empresa anunciou medidas adicionais de prevenção e o reforço dos procedimentos de segurança junto dos motoristas.
O acidente continua a ser investigado pelo Ministério Público de Sintra, com o apoio da PSP.

