A empresa conta atualmente com cerca de 170 colaboradores, mas necessita de mais 90 para assegurar o normal funcionamento dos serviços
A Sol-Atlântico enfrenta atualmente um défice de cerca de 90 trabalhadores, sobretudo motoristas, situação que já deixou aproximadamente 30 autocarros parados, revelou o presidente do conselho de administração, Henrique Duarte.
O responsável falava esta terça-feira, na Praia, após um encontro com deputados do MpD eleitos por Santiago Sul, que analisou o impacto dos preços dos combustíveis nos custos da empresa.
Segundo Henrique Duarte, a saída gradual de trabalhadores, registada desde 2022 e agravada a partir de 2025, tem dificultado a reposição dos efetivos. A empresa conta atualmente com cerca de 170 colaboradores, mas necessita de mais 90 para assegurar o normal funcionamento dos serviços.
Face às dificuldades de recrutamento no mercado nacional, a Sol-Atlântico está também a procurar motoristas noutros países africanos. Cerca de 30 potenciais condutores já foram identificados, estando alguns a aguardar a conclusão dos processos de documentação e reconhecimento das licenças.
Quanto aos combustíveis, o responsável afirmou que a empresa está “numa posição de expectativa” perante a entrada em funções do novo Governo, admitindo solicitar posteriormente uma reunião com o primeiro-ministro para conhecer as orientações para o sector.





