Fernando Elísio Freire visita Centro de Acolhimento de Doentes Evacuados em Lisboa

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Esta visita insere-se no âmbito da sua deslocação a Lisboa para participar na XVI Reunião de Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais da CPLP, agendada para 18 de junho

O Ministro de Estado, da Família, Inclusão e Desenvolvimento Social, Fernando Elísio Freire, realizou hoje, uma visita ao Centro de Acolhimento de Doentes Evacuados (CADE) do Instituto Nacional de Previdência Social (INPS), em Lisboa.

De acordo com uma publicação na página de Facebook do MFID, a visita teve como principal objetivo acompanhar de perto o acolhimento e a assistência prestada aos cidadãos Cabo-verdianos evacuados para Portugal por razões de saúde.

A mesma fonte destacou que durante a visita, o Ministro inteirou-se do funcionamento do serviço de atendimento ao público, verificando as condições das novas instalações do CADE.

Teve ainda lugar uma reunião de trabalho com os responsáveis do INPS com o intuito de analisar o funcionamento do Centro após a mudança e de fazer o ponto de situação da implementação do protocolo de cooperação existente entre as instituições envolvidas.

O MFIDS adiantou que o encontro permitiu identificar boas práticas e desafios na assistência aos doentes evacuados, com enfoque nas questões relacionadas com o alojamento, acompanhamento médico, apoio social e articulação institucional.

Esta visita insere-se numa agenda mais alargada de trabalho em Lisboa, que culminará no dia 18 de junho com a participação do Ministro na XVI Reunião de Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais da CPLP, sob o lema “Dignidade Laboral e a Empregabilidade Jovem”.

1 COMENTÁRIO

  1. Infelizmente, as assistências dadas aos doentes evacuados deixam muito a desejar. Imaginam só… o quê que se consegue comprar com um subsídio diário de 2.000$00 (cerca de 18 euros) em Portugal. Durante o tempo de internamento hospitalar, esse subsídio é reduzido a ZERO ESCUDO. Esse subsídio nem se quer cobre os custos de três refeições diárias. E as outras despesas (habitação, transportes, medicamentos e outras) como ficam? Urge corrigir esta disfunção inaceitável e miserável para um assegurado do INPS.

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