Ficase disponibiliza 16 mil contos para apoiar estudantes finalistas

Esse montante é destinado a apoio aos estudantes com monografias pendentes e certificados cativos. Ficase vai assumir 60% do custo total da dívida de propina

A Ficase vai disponibilizar 16 mil contos para apoiar os estudantes universitários licenciados e finalistas com monografia e certificados cativos devido ao atraso no pagamento das propinas.

De acordo com informações disponibilizadas no seu site, a Ficase vai assumir 60% do custo total da dívida de propinas, devendo para o efeito os estudantes elegíveis submeter a candidatura online no site da organização.

Este apoio enquadra-se no âmbito do Programa Extraordinário de Apoio Pontual, lançado em 2018 e que já beneficiou, até este momento, 442 estudantes universitários de oito Instituições de Ensino Superior do País, num montante global que já ultrapassou os 39.600 contos.

Os apoios pontuais têm a natureza de uma comparticipação e serão concedidos aos estudantes que tenham concluído a respetiva licenciatura em anos letivos anteriores a 2020/21, e que tenham os respetivos certificados e diplomas retidos pelas IES por dívidas acumuladas ao longo do período de frequência do curso.

Excecionalmente e havendo disponibilidade financeira, posteriormente poderão ser atendidos os casos dos estudantes que se encontram matriculados no último ano do curso de licenciatura, com exames e/ou trabalhos de fim de curso, monografia, por realizar ou apresentar devido a propinas em atraso, indicou a Ficase.

Podem ainda ser concedidos aos estudantes que já concluíram a licenciatura e que tenham os certificados cativos, que se encontram à procura do primeiro emprego ou que estão empregados, mas com rendimento anual não superior ao estipulado na Lei nº 20/IX/2017, ou seja até 439.284 escudos/ano ou 36.607 escudos/mês.

1 COMENTÁRIO

  1. É o que eu sempre digo. O MpD confunde a informação com a comunicação, esta com a notícia e a comunicação com jornalismo. Isto daqui deve merecer uma comunicação política, sublinho comunicação política devido o seu alcance socioeconómico e não apenas uma notícia. Peca mais uma vez, como havia acontecido com o aval concedido à CVA. Depois corre o MpD atrás do prejuízo, quando dispunha de um enorme benefício político.

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