É a resposta da Instituição ao País afetado, no domingo, por uma explosão de grandes proporções que vitimou, mortalmente, mais de 100 pessoas
A Diretora do Fundo Monetário Internacional, Kristalina Georgieva, assegurou, na última noite, que a instituição está a avaliar “todas as formas possíveis” de apoiar a Guiné Equatorial, na sequência das explosões de domingo, e apontou estar em curso “diálogo político” incluindo com a Comunidade Internacional para apoiar o País.
O apoio, acentuou, terá também como objetivo “ajudar o País a avançar em direção a um crescimento mais sustentável e inclusivo”.
Em nome de “todos os membros” do FMI, Georgieva apresentou as “mais profundas condolências” ao povo Equato-guineense, “especialmente às famílias das vítimas desta tragédia”.
Um último balanço provisório, na noite de ontem, aponta para 105 mortos, mas as autoridades continuam a procurar vítimas no epicentro dos rebentamentos, o quartel da Unidade de Intervenção Rápida de Nkuatama, que foi arrasado pelas explosões.
A solidariedade está a fazer o seu caminho e os apoios de Espanha, Estados Unidos da América e China estão a chegar ao País.
A OMS tem em curso a preparação de carregamentos de material médico de emergência e já anunciou assistência técnica.


