Este envelope financeiro é destinado às empresas públicas e privadas do País para os próximos dois anos
Esta iniciativa surge como resultado de negociações com o Fundo de Solidariedade Africana, FSA, visando impulsionar o desenvolvimento económico nacional.
O Ministro das Finanças, Olavo Correia, sublinhou a importância de utilizar de uma forma eficaz este montante no território Cabo-verdiano, chamando a atenção do setor privado para aproveitar essa oportunidade, levando em conta que “o uso adequado desses fundos pode resultar na diversificação da economia do País”.
“É crucial que o setor privado apresente projetos viáveis, bancáveis e bem estruturados, garantindo boa governança e contando com o apoio do sistema bancário e segurador de Cabo Verde”, afirmou.
Por se tratar de um financiamento concecional, Olavo Correia ressaltou que existe um conjunto de critérios de elegibilidade e de procedimentos a serem seguidos.
“As empresas podem candidatar-se para aceder a este envelope para setores que têm a ver com o turismo, a economia azul, a economia digital, a economia verde, a agricultura, as pescas, o comércio, a logística, entre outros”, destacou.
O Ministro salientou ainda a bonificação de juros para investimentos estatais em áreas como conectividade, políticas para os jovens, saúde, habitação social e em setores estratégicos conforme delineado no Plano Estratégico de Desenvolvimento Sustentável de Cabo Verde.
O FSA é uma instituição que busca criar oportunidades de emprego, especialmente para jovens e mulheres, em diversos setores da economia.


