Gilson Alves não vota em Cabo Verde

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Candidato que exige para ele poder absoluto sequer vai poder votar hoje. É que Gilson Alves não promoveu a sua transferência de França para São Vicente

O homem fez campanha, apelou ao voto na sua candidatura, prometeu demitir o Governo e dissolver o Parlamento, mas sequer ele vai poder votar nele próprio. É que segundo consulta feita pelo OPAÍS.cv, ao site da CNE, o candidato do poder absoluto está inscrito em Paris, França, rua de Rigny 75008, na Mesa FR-EM-05. Assim sendo, Gilson Alves fica sem poder votar nesta eleição que ele também disputa.

De resto, Carlos Veiga foi o primeiro a votar, minutos depois das 9 horas, tendo apelado ao voto consciente dos eleitores.

Fernando Delgado já votou em Espia, São Vicente, pediu adesão em massa dos eleitores.

Casimiro de Pina votou por volta das 10h40, na Escola Nova Presidência em Achada de Santo António. Também apelou à participação de todos nessas eleições, “para escolherem aquele que consideram ser o melhor candidato” para a Presidência da República.

Hélio Sanches também já exerceu o direito de voto, no liceu Abílio Duarte em Palmarejo e além de apelar ao voto massivo, pediu que cada um votasse em “consciência”.

José Maria Neves, votou no Seminário São José, na Prainha, apelou a votação em consciência.

Joaquim Monteiro que chegou hoje do Fogo, já se dirigiu ao Liceu Domingos Ramos, onde irá exercer o seu direito de voto, e fez o mesmo apelo, que os outros candidatos. “Todos devemos votar”.

O Presidente da Assembleia Nacional, Austelino Correia, foi a Assomada exercer seu direito de voto em Nhagar, e pediu também aos Cabo-verdianos para não ficarem em casa, observando ser importante a participação de todos na eleição do PR.

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