Ministro das Comunidades destaca que a Diáspora é um recurso estratégico para o crescimento económico e social do País
Durante o debate parlamentar desta sexta-feira, 8, Jorge Santos, reafirmou a importância da Diáspora Cabo-verdiana no processo de desenvolvimento nacional. “O esforço de desenvolvimento do País, exige cada vez mais uma maior integração da sua Diáspora, aproveitando e maximizando o seu potencial económico, político, social e cultural”, disse.
O governante destacou a dimensão global e transnacional da população Cabo-verdiana, ressaltando que a Diáspora é um dos pilares fundamentais nas políticas públicas de Cabo Verde.
Para o Ministro, a Diáspora representa uma extensão da soberania e identidade Cabo-verdiana, contribuindo com remessas financeiras e investimentos diretos que fortalecem a economia e equilibram a balança de pagamentos.
Jorge Santos sublinhou que o Governo está comprometido em integrar a Diáspora como um eixo vital do desenvolvimento, promovendo políticas que maximizem o potencial económico, social e cultural dos Cabo-verdianos no exterior.
No âmbito do Plano Estratégico das Comunidades, que será implementado até 2026, o Governo ambiciona reforçar a presença de Cabo Verde junto às Comunidades no exterior.
Entre as medidas destacadas pelo Ministro, estão a criação de novos Centros Culturais em países como França e Angola, a instalação de Adidos da Cultura e das Comunidades, e a simplificação do acesso à nacionalidade Cabo-verdiana para descendentes de emigrantes.
“Dar centralidade à Diáspora significa aproveitar o potencial humano e económico que os Cabo-verdianos no exterior representam para o nosso País”, afirmou, enfatizando que a Diáspora é uma fonte essencial de talento e capital, fortalecendo a imagem de Cabo Verde no mundo e contribuindo para a sua credibilidade internacional.
O Ministro ressaltou ainda a importância de atrair investimentos e competências da Diáspora, com incentivos como os “Diaspora Bonds” e o Estatuto de Investidor Emigrante.
“A Diáspora tem um papel essencial na construção da imagem de Cabo Verde no mundo, graças à sua boa integração e atividade nos países de acolhimento (das primeiras às quartas gerações), e à assunção pacífica e orgulhosa das múltiplas nacionalidades/identidades pelas novas gerações”, concluiu.


