Na base está as acusações de que o Ministério da Educação ignorou os professores na alteração do calendário das provas
“Pura manipulação e desinformação”. É como reagiu hoje o Diretor Nacional da Educação, Adriano Moreno, às acusações do Sindicato Nacional dos Professores proferidas na quarta-feira, 24, pelo seu Presidente Nelson Cardoso, em como o Ministério da Educação “ignorou” os professores na alteração do calendário de provas.
Adriano Moreira desvalorizou ainda estas acusações e de que o Ministério da Educação, a legítima casa de todos os professores, esclarece que todas as atividades de avaliação final das aprendizagens no Ensino Básico Obrigatório decorrerão de 27 de junho a 15 de julho de acordo com o calendário escolar, o início das férias do pessoal docente, dá-se no dia 18 de julho, conforme o previsto, e de que o ano escolar termina a 29 de julho conforme reza o calendário escolar.
Por outro lado, o Ministério da Educação reiterou ainda a sua posição, de que, neste momento, os professores precisam de Paz e tranquilidade, para o fecho do ano letivo. Disse ainda que o Ministério da Educação tem trabalhado com os legítimos representantes dos professores que são os coordenadores de disciplina, os subdiretores pedagógicos no sentido de maximizar as aprendizagens dos alunos.
Na origem da polêmica está o conteúdo de uma conferência de imprensa proferida em Mindelo, por Nelson Cardoso, do SINDEP em que afirma que a alteração proposta pelo Ministério da Educação prevê a realização das provas concelhias referentes ao 8.º ano, entre 8 e 14 de julho, quando o calendário inicial prevê o término das atividades letivas a 15 de julho e o início das férias docentes a 18 de julho, inclusive.
Para Adriano Moreno trata-se de pura desinformação e de que não consegue deslumbrar a intencionalidade de que as fez.


