Afirmação é do Primeiro-Ministro, que falava durante o ato de lançamento das obras do novo liceu da Várzea, reagindo assim ao anúncio de greve dos docentes
O sindicato dos professores anunciou uma greve a partir do primeiro de fevereiro, justificando a decisão com o facto dos professores estarem a passar por “momentos difíceis.
Hoje, durante o lançamento das obras do novo liceu da Várzea, o Primeiro-Ministro abordou o assunto, dizendo que Cabo Verde é um País livre e democrático, onde as manifestações são permitidas, mas pede um pouco de compreensão tendo em conta o momento que o País vive.
“Portanto, somos um País livre e democrático para todos aqueles que se entenderem manifestar-se, são livres, mas que seja feita com consciência daquilo que é o País e o momento em que vive. Para que todos em consciência possamos fazer aquilo que é melhor para o País, as famílias e a comunidade educativa”, precisou Ulisses Correia e Silva durante o seu discurso.
Ulisses Correia e Silva lembrou ainda que o Governo tem feito muito pela classe, nomeadamente na regularização de situações pendentes desde 2008, com investimentos elevados de recursos públicos, num País impactado fortemente pela pandemia, com efeitos na economia e a nível social.
“Temos que fazer equilíbrios, por um lado, garantir inclusão social, saúde, educação e investimentos, que representa dinheiro e encargos, e, por outro, garantir responsabilidades de outras classes e setores, legitimas e necessárias”, referiu o chefe do Governo, sublinhando que o que se fez até então mostra o “enorme esforço” para com a classe docente, e o que se tem pela frente continuará a ser honrado.



O outro dizia wuevos professores eram os missionários e tinham que entender as dificuldades do país e este diz que é preciso reconhecer os investimentos só quem mora o convento sabe o que lá passa
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