Decisão de atribuir a presidência rotativa da organização foi tomada hoje, em Acra, durante uma cimeira de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade
É a primeira vez que aquele País Lusófono assume a liderança da CEDEAO. Bissau já reagiu à escolha e admite ser histórico esta decisão.
“A Guiné-Bissau acaba de fazer história. Pela primeira vez, pela mão de Sua Excelência o Presidente da República, general Umaro Sissoco Embaló, o nosso País conquista a presidência em exercício da CEDEAO”, refere um comunicado da Presidência, divulgado este domingo, 3.
“A Guiné-Bissau consegue assim um feito inédito, graças à indiscutível magistratura de influência do Presidente da República”, acrescenta a mesma fonte.
A CEDEAO emergiu em 1975. A par da Guiné-Bissau, Cabo Verde é o outro País Lusófono na organização. Um total de 15 Estados integram a CEDEAO.
Durante a sua presidência, a Guiné-Bissau terá em mãos um conjunto de dossiês quais sejam as crises políticas na sub-região, sobretudo no Mali, Burkina Faso e Guiné-Conacri, mas também desafios da segurança, caso da vaga de terrorismos. “Terá ainda por tarefa concluir a implementação das reformas em todas instituições da CEDEAO”.


