Segundo Zaida Freitas, trata-se de um caso preocupante que evidencia a urgência de reforçar os mecanismos de prevenção e de denúncia de situações de abuso contra menores
O Instituto Cabo-verdiano da Criança e do Adolescente classificou como “gravíssimo” o caso da alegada rede de exploração sexual de menores recentemente desmantelada na Ilha do Sal, considerando a situação “inaceitável” e apelando a uma maior vigilância por parte das comunidades.
A reação foi manifestada pela presidente da instituição, Zaida Freitas, na sequência da operação conduzida pela Polícia Judiciária e pelo Ministério Público, que resultou na identificação de várias vítimas menores.
Segundo a responsável, trata-se de um caso preocupante que evidencia a necessidade de reforçar mecanismos de prevenção e denúncia, sublinhando que muitas situações só se tornam conhecidas quando já atingem proporções graves.
Zaida Freitas defendeu, por isso, uma mudança de paradigma, com maior envolvimento das famílias, comunidades e instituições na proteção das crianças e adolescentes.
A presidente do ICCA enalteceu ainda o trabalho das autoridades na investigação e identificação dos suspeitos, manifestando expectativa de que os alegados agressores venham a ser responsabilizados judicialmente.

