Administrador do IDJ, Graciano de Barros, defendeu esta posição alegando que só o Estado, o Governo, as Câmaras Municipais, ou uma ou outra estrutura do Governo não vai conseguir dar respostas
O Administrador de Instituto do Desporto e da Juventude, IDJ, Graciano de Barros, defendeu a necessidade do envolvimento da Sociedade civil no campo do financiamento e de sustentabilidade das estruturas da hierarquia desportiva, sublinhando que “já chegou a um patamar em que temos de mudar o rumo das coisas”.
Graciano de Barros apresentou esta posição quando falava, na abertura de um workshop que está a decorrer sobre Incentivos Fiscais e Marketing Desportivo que tem como intuito despertar o movimento desportivo nacional, a Sociedade civil e as empresas públicas e privadas para benefícios e incentivos fiscais do mecenato e das vantagens da publicidade associada ao desporto.
Graciano afirmou que Cabo Verde já está com presença assídua em grandes palcos a nível internacional, entretanto, considera que “as nossas futuras não podem manter numa situação de meramente amadorismo ou então a depender essencialmente do Estado”.
“Só o Estado, o Governo, as Câmaras Municipais, ou uma ou outra estrutura do Governo não vai conseguir dar respostas. É necessário que também Sociedade civil envolva”, declarou.
Ao falar dos incentivos fiscais, o Administrador realçou que os mesmos não rondam apenas com relação à Lei do Mecenato, mas também com relação a outras formas de estar no desporto.
“Nós sabemos que aqui em Cabo Verde os materiais desportivos quando são adquiridos em casas comerciais é relativamente caro, daí que os incentivos fiscais também podem até extrapolar-se na importação de determinados tipos de equipamentos que são indispensáveis para o desporto”, reforçou.


