Ilha de Santiago concentra maior incidência de COVID-19

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A situação epidemiológica mantém-se estável e sem sinais de agravamento, segundo as autoridades de saúde

De acordo com Iorlades Rosabal, os níveis de circulação do vírus permanecem semelhantes aos registados no ano passado e, até ao momento, não foram identificados casos graves nem mortes associados à doença.

A responsável explica que a maior incidência em Santiago está relacionada, sobretudo, com o fluxo migratório, a circulação de pessoas entre as ilhas e a concentração em espaços fechados e pouco ventilados.

As autoridades mantêm a vigilância epidemiológica e recomendam que as pessoas procurem os serviços de saúde perante sintomas mais intensos, como febre alta, dor no peito ou tosse persistente, sobretudo quando o estado geral se agrava.

Para reduzir o risco de transmissão, a recomendação passa pelo uso de máscara em espaços fechados e com aglomeração, lavagem frequente das mãos e cumprimento da etiqueta respiratória.

Os cuidados devem ser reforçados particularmente para idosos, crianças e pessoas com doenças crónicas, considerados grupos mais vulneráveis a complicações. Apesar do aumento de casos em Santiago, as autoridades consideram que a evolução da COVID-19 no país continua tranquila e sem motivo, para já, para alarmismo.

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