Investimento é de cerca de 60 mil contos, beneficiando entre agricultores e criadores dos 3 Concelhos da Ilha, mas o PM inaugurou outros investimentos no setor da água que beneficiam mais cerca de 6 mil famílias
O Governo tem em curso, na Ilha do Fogo, um projeto que se estima poder provocar “grande impacto” socioeconómico, em cerca de 300 pessoas ligadas aos setores da agricultura e criação de gado.
O projeto hidroagrícola da zona Sul da Ilha, abrange várias localidades dos Concelhos de São Filipe, Santa Catarina e Mosteiros, estando a serem investidos “quase 60 mil contos”, conforme garantiu o Primeiro-Ministro, que hoje terminou uma visita de 3 dias àquela Ilha. Conforme Ulisses Correia e Silva, este projeto “busca essencialmente” a otimização da rede de abastecimento de água. “Queremos impulsionar os setores de produção agropecuário e promover a autonomia económica das famílias”, indicou.
Mais de três centenas de beneficiários, entre agricultores e criadores, em todos os Municípios do Fogo vão poder ver aumentado a disponibilização de água, “com regularidade e qualidade”.
Com este investimento na água, admite o PM, as famílias vão conseguir “mudar” o seu padrão de vida “com mais oportunidade de emprego e autoemprego”.
Outros investimentos
A par disso, cerca de 3 mil famílias do Município de São Filipe vão beneficiar de um projeto de adução de água, nomeadamente, entre Lomba a Campanas de Cima.
O arranque das obras ocorreu na sexta-feira, no início da visita que hoje chegou ao fim. Estima-se a conclusão deste projeto em 8 meses.
E em Ponta Verde, mais 3 mil famílias já estão a serem beneficiadas através do projeto de abastecimento de água, que abrange as localidades de Ponta Verde Cima, Piasco e Fontinha.
“São investimentos que primam pela qualidade, servindo as pessoas tanto para o consumo, como para o uso doméstico, para a agricultura e a pecuária”, enalteceu o PM, durante a inauguração, tendo realçado estar o Governo “no caminho certo (…) que satisfaz necessidades essenciais”, como a água, o acesso e a mobilidade das pessoas. “É o caminho que vamos continuar, com bons investimentos, para que o Fogo possa ter sustentabilidade e autonomia no abastecimento de água”, assegurou.


