É a posição do Instituto Marítimo Portuário (IMP) ao assunto revelado ontem, após denúncia da Câmara Municipal do Tarrafal de São Nicolau
O Instituto Marítimo Portuário (IMP) já veio a público esclarecer, esta terça-feira, 30 de junho, a sua posição relativamente ao comunicado divulgado ontem pela Câmara Municipal do Tarrafal de São Nicolau sobre o alegado corte ilegal de árvores e apanha de areia na praia de Cacimba.
Em comunicado, o IMP refuta as referências que o associam às intervenções atribuídas à uma empresa privada, assegurando que “não licenciou, autorizou nem articulou” qualquer ação relacionada com o corte de árvores ou a extração de inertes naquela zona. Segundo o IMP, “não corresponde aos factos” a afirmação de que as alegadas operações tenham sido realizadas em articulação com a instituição.
O IMP responde igualmente às críticas sobre uma alegada ausência de fiscalização, afirmando que, através da sua delegação em São Nicolau, atuou prontamente após tomar conhecimento da ocorrência. De acordo com o comunicado, foram mobilizados meios para uma ação de fiscalização e averiguação da legalidade das operações, tendo a delegada do IMP na ilha acionado a Polícia Nacional.
O IMP lamenta que tenham sido divulgadas informações que, na sua perspetiva, não refletem a sua atuação, defendendo que as comunicações institucionais devem assentar em informação rigorosamente verificada, de forma a preservar um relacionamento baseado na responsabilidade, no rigor e no respeito entre as instituições.
Por fim, o Instituto reafirma o seu compromisso com a proteção do ambiente, a segurança marítima e o cumprimento da legalidade, manifestando disponibilidade para continuar a colaborar com as autarquias e demais entidades nacionais, em defesa do interesse público e de uma cooperação institucional baseada no diálogo e na verdade.


