INE e BCV lançam inquérito para entender escassez de moedas em Cabo Verde

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Inquérito visa identificar os hábitos de uso e retenção de moedas pela população

O Instituto Nacional de Estatística, em parceria com o Banco de Cabo Verde, iniciam na segunda-feira, 10, um inquérito para compreender a escassez de moedas no Arquipélago.

A pesquisa, que dura uma semana, vai abranger cinco concelhos e 1.528 residentes.

A iniciativa surge em resposta às dificuldades relatadas por motoristas, vendedores e clientes, que têm enfrentado a falta de troco nas transações diárias.

O BCV estima que 68,9 milhões de moedas estejam em circulação e espera que o inquérito ajude a identificar os hábitos de uso e retenção de moedas pela população.

4 COMENTÁRIOS

  1. PELO QUE VEJO, AS MOEDAS SÃO, MESMO, PARA DESAPARECER. OS DE CINCO ESCUDOS NÃO COMPRAM NADA, NEM FALO DAS MOEDAS DE DEZ TOSTÕES. ESTES SÃO ENCONTRADOS NO CHÃO NAS RUAS, E, ALGUNS DOS DE CINCO ESCUDOS.
    NÃO COMPRAM NEM PAGAM ALGUMA COISA.
    CERTAMENTE, ESSAS REFERIDAS MOEDAS SÃO AS QUE POUCO OU NADA EXISTEM.
    ESTADO PERDIDAS.

  2. As moedas estão a ser derretidas e enviadas ao exterior. têm mais valor como ferro velho do que como dinheiro.

  3. Não estaremos perante um caso mais complexo que mereceria a investigação tanto da PJ como dos Serviços de Informação da República. o INE poderia preocupar-se com outras coisas.

  4. O INE presume-se ter a estrutura e os recursos para conduzir um inquérito que abrange a vida social (cidadãos) e setores da economia (sobretudo bancos, comércio e turismo). Em países de alta vocação turística, por exemplo, precisa não subestimar o stock de moedas que são destinadas a souvenir (Cabo Verde acolhe mais que um milhão de turistas por ano).

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