Aquele País Asiático busca uma fonte “inesgotável” de energia em um dos lugares mais improváveis: as profundezas dos oceanos
Depois de três anos, o Japão anunciou que concluiu de forma bem-sucedida a fase de testes de uma “superturbina” tida como boa alternativa para transformar a produção de energia no naquele País e no resto do mundo.
O projeto, batizado de Kairyu, é pioneiro ao utilizar as correntes marinhas para gerar energia, e especialistas envolvidos dizem que se trata de uma das fontes naturais mais poderosas e menos usadas atualmente.
E embora o Sol, usado para painéis solares, se ponha e os ventos, usados para turbinas eólicas, variem, as correntes marítimas seguem um fluxo constante de forma quase permanente. E é por isso que as empresas por trás do projeto chamam sua fonte de verdadeiramente “inesgotável”.
O grande desafio durante décadas para os Japoneses foi como projetar um gerador capaz de suportar as fortes correntes que passam perto de suas costas
O gerador foi capaz de produzir consistentemente 100 quilowatts de energia durante três anos esse período, o que animou as empresas a lançar um projeto ainda maior.
A ideia é estender o Kairyu para transformá-lo em uma estrutura gigantesca de 330 toneladas que buscará gerar 2 megawatts de energia. Eles preveem que estará operacional, de forma realmente viável, até 2030.
Mas especialistas apontam diversos obstáculos para essa tecnologia, como custos elevados, dificuldades logísticas e falta de experiência do país em operações offshore.


