Internacional Cabo-verdiano, que milita na Arábia Saudita, diz ser dono dos cerca de 35 mil contos que a Subgerente da Agência do BCA, no Palmarejo, terá subtraído indevidamente
É mais um episódio no caso que corre trâmites na Justiça que colocou a Subgerente do BCA sob Termo de Identidade e Residência, e proibição de saída da ilha de Santiago e do País.
O jogador de futebol, Gêgê, veio ontem afirmar que a verba desviada do BCA lhe pertencia.
“Todo o valor (35 mil contos) foi exclusivo da minha conta”, revelou o futebolista à TV pública, acusando o BCA de estar a passar uma imagem errada do caso, quando refere tratar-se de “clientes”.
Gêgê justifica que desde 20 de junho que o Banco está a par do caso, mas ainda não lhe resolveu a situação.
O jogador explica que há anos vem fazendo suas poupanças em Cabo Verde, seu País natal. Sucede que há algum tempo que a Subgerente, com quem vinha tratando, passou a ter uma atitude pouco colaborativa, recusando, inclusivé facultar-lhe estratos da conta e dados para acompanhar a conta via Internet.
Por algumas vezes veio a Cabo Verde mas nunca conseguiu conferir a conta, uma vez que a Subgerente sempre se justificava com a falta de sistema.
Até ontem, terça-feira, o valor em falta não havia sido reposto na conta do jogador que já adiou seu regresso a Portugal, em duas ocasiões, pois não pretende viajar sem resolver a questão.
Com TCV
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Ou seja, com isso passa-se a imagem que não é seguro ter uma poupança no BCA. E agora?
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