Ministro da Saúde ressaltou a importância de melhorar a comunicação sobre os serviços de Saúde para combater a desinformação e garantir avanços no Sistema Nacional de Saúde
Durante a sua primeira visita no Hospital Universitário Agostinho Neto, Jorge Figueiredo reconheceu que a falta de médicos especializados e de clínica geral continua a ser um desafio para o Hospital.
O Governante destacou que a solução para essa carência dependerá dos recursos financeiros disponíveis e das prioridades do setor.
“É notório, não é de agora, que os recursos humanos especializados e mesmo os não especializados, os médicos de clínica geral, são uma necessidade importante para o Sistema Nacional de Saúde, essa questão já foi equacionada devidamente pelo próprio sistema e vai depender dos recursos financeiros que conseguirmos alcançar”, disse.
Rui Figueiredo ressaltou a importância de melhorar a comunicação sobre os serviços de Saúde para combater a desinformação e garantir que os avanços do Sistema Nacional de Saúde sejam reconhecidos. “Para isso, será implementada uma política de comunicação que visa fornecer informação clara à população”, adiantou.
Outro problema identificado foi a sobrecarga do Banco de Urgências, onde cerca de 50% dos atendimentos não são casos urgentes. Para aliviar essa pressão, “já foi estruturada uma rede de centros de Saúde que absorverá esses casos menos graves, permitindo que o HUAN se concentre nos pacientes mais complexos”, apontou.
O Ministro sublinhou ainda a necessidade de informatizar o sistema de Saúde, permitindo uma melhor gestão dos recursos e acesso ao histórico clínico dos pacientes, estando o processo em curso e “deverá ser concluído ainda este ano”.
Rui Figueiredo destacou os avanços do HUAN, incluindo a implementação do serviço de hemodiálise e a preparação para a realização de transplantes renais, o que “contribuirá para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes e a redução das evacuações médicas para o exterior”.


