Caso foi denunciado pela organização não-governamental Resilientxs que defende a comunidade LGBTTI+
De acordo com Resilientxs, organização não-governamental, defensora da comunidade LGBTTI+, um jovem homossexual foi torturado, queimado e morto no fim de semana na estância balnear Mexicana das Caraíbas de Cancún ao revelar que era seropositivo.
Segundo Edwin Reyes, um representante da Resilientxs, em entrevista à agência de notícias Efe “a vítima foi morta dentro de uma oficina de ferreiro; foi espancado, torturado, queimado e morto assim que comentou que tinha HIV”.
Após tomar conhecimento do caso, o chefe da Comissão dos Direitos Humanos de Quintana Roo, Marco Antonio Toh, condenou o crime de ódio. Informou também que o Gabinete do Inspetor Geral em Cancún levará a cabo os procedimentos respetivos para assegurar que seja feita justiça no caso e instou as autoridades a investigar e a assegurar que o crime não fique impune.
Entretanto, a Procuradoria-Geral do Estado de Quintana Roo abriu uma investigação pelo crime de homicídio, mas não pelo crime de ódio, porque este crime ainda não está definido no Código Penal.
É de referir que em Quintana Roo, a Comissão Estatal de Direitos Humanos relatou que 33 pessoas foram mortas nos últimos anos devido à sua orientação sexual, identidade de género ou expressão de género.



E dos problemas da saúde pública e para defender essas causa para não alastrar n.
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