Justiça condena antiga funcionária da Câmara Municipal da Ribeira Brava a 5 anos de prisão e à devolução de 8 mil contos

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Lucelino Lima que à data dos fatos era Tesoureiro da Câmara Municipal acha estranho apenas a condenação de Crisólita Livramento, sustentando que sozinha, ela não poderia fazer os desvios

O caso de desvio de dinheiro na Câmara Municipal da Ribeira Brava, na vigência da gestão do PAICV volta à baila, com a condenação de uma então funcionária da Autarquia.

Crisólita Livramento foi condenada a 5 anos de prisão efetiva e à devolução de cerca de 8 mil contos aos cofres do Município, após o processo ter subido ao Supremo Tribunal de Justiça, onde a agora condenada recorreu da decisão do Tribunal da Ilha.

Entretanto, o funcionário da Edilidade que denunciou o caso ao então Presidente Américo Nascimento, mostrou-se hoje indignado com a Justiça.

Lucelino Lima que à data dos fatos era Tesoureiro da Câmara Municipal acha estranho apenas a condenação de Crisólita Livramento, sustentando que sozinha, ela não poderia fazer os desvios.

O então Tesoureiro reafirma que os desvios na Edilidade da Ribeira Brava “foram autorizados”, pois que qualquer despesa numa Autarquia, passa pelo Contabilista, depois Secretário Municipal, sobe para o Presidente para só depois chegar ao Tesoureiro que concluiu o processo, com o pagamento da folha.

“Os desvios foram autorizados”, admite Lucelino Lima que entretanto deixou de trabalhar na Câmara Municipal da Ribeira Brava, após algum período nas prateleiras. Ele questiona, no entanto, o porquê da não realização de uma investigação para apurar o paradeiro dos desvios e quem estaria na sua origem.



1 COMENTÁRIO

  1. Senhor Américo Nascimento, então, como é ? PAICV como é? Afinal onde mora a corrupção e os seus facilitadores ?

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