Perigo de fuga do Jogador está na base dessa rejeição. Ronaldinho Gaúcho mantém-se em prisão preventiva no Paraguai, que pode ir até seis meses
A justiça Paraguaia rejeitou hoje o pedido de liberdade condicional ou prisão domiciliária da defesa do antigo futebolista Brasileiro Ronaldinho Gaúcho, que se mantém em prisão preventiva, na sequência de alegada adulteração de passaportes e falsificação de documentos.
No final da audiência, no Palácio da Justiça, em Assunção, o juiz Gustavo Amarilla explicou à comunicação social que rejeitou o pedido dos advogados de Ronaldinho e do seu irmão Assis, por considerar que “existe perigo de fuga de ambos”, assim como pelas “dimensões políticas” que o caso está a ter, desde que foram presos no passado sábado.
Amarilla referiu ainda que “estão a aparecer elementos que dão conta da cumplicidade ou autoria de funcionários públicos e empresários”, sendo que, “uma eventual fuga dos irmãos, poderia dificultar a investigação”.
O antigo futebolista chegou na passada semana ao Paraguai para participar em eventos do lançamento de um programa social para crianças, organizado pela Fundação Fraternidade Angelical.
Com Desporto ao Minuto


