Legislativas. UCID, PP e PTS apresentam propostas para economia, saúde e habitação

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Os líderes da UCID, PP e PTS defenderam, no quadro da campanha eleitoral, diferentes propostas ligadas ao desenvolvimento económico, saúde pública, habitação e inclusão social

O Presidente da UCID, João Santos Luís, defendeu maiores investimentos em setores ligados às indústrias criativas e à economia azul, apontando o carnaval, os festivais, a pesca e a aquacultura como áreas com potencial para gerar riqueza e emprego em São Vicente.

Segundo o líder da UCID, o carnaval deve ser trabalhado ao longo de todo o ano e financiado através do Orçamento do Estado, permitindo melhor organização dos grupos e valorização do produto cultural.

João Santos Luís destacou ainda a necessidade de maior atenção à agricultura em São Vicente, afirmando que existem zonas férteis na Ilha que carecem de apoio institucional e melhores condições para aumentar a produção local.

Por sua vez, o Presidente do PP, Amândio Barbosa Vicente, defendeu uma política de saúde de proximidade, propondo a criação de unidades móveis de atendimento para apoiar idosos, cadeirantes e pessoas com dificuldades de locomoção.

Na habitação, o líder do PP criticou as políticas adotadas ao longo dos últimos anos, apontando a existência de muitas habitações degradadas e situações de precariedade social. Amândio Barbosa Vicente defendeu também investimentos na dessalinização da água do mar e na modernização da pesca, com aposta em embarcações de longo curso.

Já a Presidente do PTS, Jónica Brito, centrou as suas declarações nos problemas dos assentamentos informais na Cidade da Praia, que, segundo afirmou, resultam de falhas nas políticas sociais e urbanísticas.

A líder do PTS alertou para as dificuldades enfrentadas por famílias com baixos rendimentos, muitas das quais vivem sem acesso adequado a saneamento, água canalizada e eletricidade.

Jónica Brito defendeu maior investimento em urbanização e políticas públicas voltadas para as famílias economicamente vulneráveis, considerando inaceitável que ainda existam pessoas a viver em barracas sem condições básicas de habitabilidade.

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