Adalberto da Costa Júnior assinalou que o MpD operou no Arquipélago, com a alternância do Poder, em 1991, logo após a abertura ao multipartidarismo, história e falou de um Partido que é exemplo de democracia no mundo
O Presidente da UNITA, que dirigia uma mensagem à XII Convenção Nacional MpD, assinalou, entre elogios, que o MpD fez história em Cabo Verde, e destacou a liderança de Ulisses Correia e Silva. Segundo observou, a Democracia Cabo-verdiana é reconhecida como um “exemplo” em África, uma conquista que é fruto da “revolução” permitida com o 13 de Janeiro.
Esse líder da mesma família política que MpD, na IDC, reiterou ainda a existência de vários países Africanos que ainda não conseguiram essa alternância do poder, que desde a independência são liderados por um único Partido, muitas vezes sob o braço de ferro.
Adalberto da Costa Júnior afirmou que a sua presença nesta magna reunião, bem como do Secretário Geral da UNITA, que o acompanha, era inevitável, não obstante uma agenda intensa nesta ocasião, em que o Partido do Galo Negro, assinala também mais um aniversário, o 54.º.
Costa Júnior referiu-se ao MpD como um exemplo para a própria UNITA, para Angola, África e para o mundo.
Para o povo Angolano, acrescentou, o Partido liderado por UCS, é uma pérola reconhecida no mundo, mas que internamente não se sabe do valor que tem. Segundo disse, graças ao contributo “desse grande Partido” Cabo-verdiano, o nosso País é também exemplo de democracia, de transparência, e isso “não cai do céu. É fruto de trabalho, dedicação, esforço, de serviço e de proximidade com as populações, portanto abracem a vossa pérola. Esse Partido operou história em Cabo Verde”, elucidou.
Cabo Verde está na linha da frente, em grandes reforças institucionais, salientou a mesma fonte, enfatizando que 29 depois de Cabo Verde abraçou o municipalismo, só agora que Angola vai avançar. “Com 29 anos de atrasos que nós ainda não utilizamos”, comparou.


