Luís Montenegro visita zonas afetadas pela tempestade Kristin e garante resposta rápida do Governo

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Primeiro-Ministro Português realizou uma visita às zonas mais atingidas pela tempestade Kristin, nomeadamente aos concelhos de Leiria, Ansião e Coimbra, com o objetivo de avaliar no terreno os danos provocados pela intempérie ocorrida na noite de 27 para 28 de janeiro

Em Leiria, um dos municípios mais afetados, o Chefe do Governo percorreu várias áreas acompanhado pelo Presidente da Câmara Municipal, Gonçalo Lopes, reconhecendo a dimensão das dificuldades enfrentadas por famílias e comunidades, sobretudo devido a falhas nas comunicações e no acesso a serviços essenciais.

Luís Montenegro afirmou ter agora uma perceção mais próxima dos impactos reais da tempestade e reforçou que, desde a primeira hora, foram mobilizados todos os meios disponíveis para responder à situação.

O Primeiro-Ministro destacou que as ações governamentais incluem medidas preventivas, resposta imediata durante o fenómeno e intervenções no período pós-tempestade, com especial foco na reposição do abastecimento de água, energia elétrica e no funcionamento das infraestruturas críticas, como unidades de saúde, escolas e atividades económicas afetadas.

A deslocação prosseguiu para o concelho de Ansião, onde Luís Montenegro reuniu-se com o Presidente da Autarquia local, Jorge Cancelinha, e contactou diretamente com os operacionais que estão a trabalhar no terreno para restabelecer a normalidade. Em Coimbra, o Governante visitou áreas afetadas, como o Aeródromo e a Central Rodoviária, acompanhado pela presidente da Câmara Municipal, Ana Abrunhosa, tendo também observado a subida do nível do rio Mondego, um sinal de que os efeitos do mau tempo podem ainda prolongar-se.

Entretanto, o Conselho de Ministros decretou a situação de calamidade nas zonas mais afetadas pela tempestade Kristin. Segundo Luís Montenegro, esta medida permitirá acelerar os processos de recuperação, reduzir entraves burocráticos e tornar mais rápida e eficaz a mobilização de recursos para a reconstrução e apoio às populações.

O Primeiro-Ministro salientou ainda o papel das autarquias e das entidades públicas nacionais no acompanhamento próximo das comunidades afetadas, garantindo que vários membros do Governo continuam no terreno a levantar os prejuízos e a coordenar as respostas necessárias.

Por fim, Luís Montenegro elogiou o espírito de solidariedade dos Portugueses, destacando a mobilização da sociedade civil, empresas e voluntários no apoio às vítimas, desde a disponibilização de geradores e equipamentos até à remoção de destroços e reparação de habitações danificadas.