Magistrados negam contestação em torno de Dulcelina Rocha

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A Associação Sindical dos Magistrados do Ministério Público, ASSIMP, considera “falsa” notícia veiculada pelo “A Nação”

A Associação Sindical dos Magistrados do Ministério Público desmentiu hoje a notícia publicada no jornal “A Nação” que dá conta da existência de uma “contestação generalizada” dos Procuradores em relação à questão da escolha da Procuradora da República, Dulcelina Rocha, como Juiz Suplente do Tribunal Constitucional.

Segundo aquela instituição, “é falso que exista uma contestação generalizada dos Procuradores da República por causa da escolha da Procuradora da República, Dr.ª Dulcelina como Juiz Suplente do Tribunal Constitucional”, lê-se num comunicado enviado à nossa Redação.

O comunicado enfatiza ainda o facto de a mesma magistrada ter sido eleita pelos pares como vogal no Conselho Superior do Ministério Público, órgão de gestão e disciplina dos magistrados.

A ASSIMP entende ser motivo de “regozijo e engrandecimento” a indigitação de qualquer seu associado e acrescenta que tal demonstra o reconhecimento de que o quadro da magistratura do Ministério Público dispõe de pessoas com reputação e mérito, competência e reconhecida probidade.

1 COMENTÁRIO

  1. Desde que denunciaram na justiça, por crimes de violação de segredo de justiça, destacados militantes declarados do PAICV que os magistrados do Ministério Público entraram na mira letal da milícia digital tambarina e do JMN.

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