Conselheira jurídica do Presidente José Maria Neves também auferiu valores à margem da lei. Morais não tomou posse nas funções para as quais foi recrutada
A jurista Marisa Morais, que desempenhava as funções de Conselheira Jurídica do Presidente da República, e que se demitiu logo que veio à tona o escândalo do salário da primeira-dama, agora confirmado ter sido ilegal, também auferiu à margem da lei, pelo menos, 2.259.480$00.
O fato está reportado no Relatório da Inspeção Geral das Finanças revelado na última segunda-feira, 12.
O mesmo documento pontua como grave o fato de Morais nunca ter tomado posse nas funções para as quais foi recrutada, pelo que a IGF conclui que os valores recebidos pela jurista configuram ilegais, pelo que o valor deve ser reposto aos cofres do Estado.
Uma outra ilegalidade que a Inspeção detetou está relacionada com o salário da Diretora Geral da Administração da Presidência, contratada pelo valor de 200 mil Escudos mensais, com um contrato de gestão, em vigor a partir de 1 de fevereiro de 2022, entretanto, em maio esse contrato é revisto e são adicionados mais 50 contos mensais, mais um subsídio de 10.000$00, pelo uso de viatura própria. No entanto, a remuneração base da técnica no seu quadro de origem é de 143.021$00.



Vergonha. Situações graves, é uma pena. A nossa imagem, a imagem deste país vive os seus piores momentos.
Camaradamente vamos indo neste pais de homens honestos a vista dos fanaticos militantes, se fosse um funcionário dito normal estariam os carros da piquete a porta da casa, viva Cv paraiso dos malandros.
Inacreditável!
Como é possível um Presidente da República que foi Primeiro Ministro durante 15 anos, que pretende ser um tudólogo (sabe tudo), não sabe o que é legal ou ilegal?
Um homem que pretende dar lições de ética ao governo, quando o suposto escolhido para desempenhar um determinado cargo não lhe convém, por razões que toda gente sabe, evocando linhas vermelhas, que apesar de aparentar ser muito ético, esvazia-se nessas situações como a da Marisa Morais e da sua esposa Débora Carvalho.
Não foi só isso.
Estamos a falar de uma pessoa,que enquanto PM,se dirigiu a ex-primeira dama dizendo que ela não devia interferir na política interna do país, por ter sugerido um salário de cônjuge do PR,para despesas de representação, e quando se torna PR e sabendo que não existe uma remuneração e não existe contitucionalmente um cargo de primeira dama atribui uma remuneração e mais regalias a sua esposa/namorada.
Como fica o “famoso” homem (JMN) que anda a dar lições de moral a toda gente?!!!!!
Homem n tem mural para falar
Ele fez mal a cv agora
Cade exemplo?
A situação de Jose Maria Neves na Presidência da República começa a ficar insustentável. Como seu votante estou a sentir-me envergonhado. Não há desculpas quando nesses processos participam eminentes juristas como o Chefe da Casa Civil Jorge Tolentino ou mesmo a Conselheira jurídica Marisa Morais e aceitam a cumplicidade com o “modos operandi” de JMN, vaidoso professor universitário de Administração Pública que, julgando-se no seu quintal, de forma consciente e abusiva, pratica ilegalidades tão flagrantes, confirmando assim o seu limitado conhecimento e sua propensão para fazer de dinheiro público “cosa nostra”.
Caso a investigação entrar para o seu tempo de Primatura e vasculhar o uso das verbas do seu gabinete e os vários serviços por ele próprio tutelado, sobretudo os que tinham à frente suas namoradinhas e amantes, será certamente um “Deus nos Acuda”.
JMN nunca foi sério, nem leal e muito menos cultor da ética Republicana. Ele é um narcisista doentio que procura compensar a sua esquisitice com a de um predador…, que desavergonhadamente usa o cargo e o dinheiro público para se satisfazer.
Estamos perante o pior momento na imagem e credibilidade da Presidência da República!
É uma pena que só agora se está a saber que o homem na qualidade de Primeiro Ministro tinha dado sinais o quanto baste de que de cargos de responsabilidade o quanto mais longe ficasse seria melhor para a dignidade tanto do país como de todo o seu povo em que parte estivessem.
Esses tipos de homens que andam a deixar entender que correm atrás dos poderes a qualquer custo, sempre tendem a provocar mágoas e deixam marcas negativas que não apagam.
Para além dos juristas Jorge Tolentino, Marisa Morais que aconselhou este roubo aos cofres públicos, a Carla Soares ex PCA da ARAP é jurista, e é a actual Diretora Geral da Administração da Presidência, contratada pelo valor de 200 mil Escudos mensais, com um contrato de gestão, em vigor a partir de 1 de fevereiro de 2022, entretanto, em maio esse contrato é revisto e são adicionados mais 50 contos mensais, mais um subsídio de 10.000$00, pelo uso de viatura própria. No entanto, a remuneração base da técnica no seu quadro de origem é de 143.021$00.
Ou seja 3 juristas que agiram em co-autoria o crime de lesa patria. Espero que o Minstério Público abre inquérito.
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