César De Paço garante que não pagou e nem foi cobrado qualquer valor para sua nomeação a Cônsul. Empresário Português esclarece ainda que o seu primeiro contato com Cabo Verde remonta a 2009, quando foi convidado pelo Embaixador José Brito para ser parceiro num projeto, e quando foi convidado pelo mesmo para ser Cônsul Honorário de Cabo Verde em Miami. “Escritório David H. Almada não me devolveu o valor pago”
O Empresário César do Paço disse que aquando da sua nomeação para ser Cônsul de Cabo Verde na Flórida, não pagou nem foi cobrado “qualquer valor”, contrariando assim a reportagem da televisão SIC, e muitas opiniões no País, alegando uma troca de favores nessa nomeação.
Para De Paço, a polémica que se instalou com a sua nomeação já está “bastante esclarecida”, sublinhando que a única coisa que recebeu foi a “boa amizade” com o ex- Ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Filipe Tavares e alguns dos seus colaboradores.
Conforme disse, o seu primeiro contato com Cabo Verde remonta ao ano de 2009, quando foi contatado pelo então Embaixador, José Brito, para ser parceiro num projeto tecnológico que o diplomata pretendia desenvolver em Cabo Verde, e que tinha a ver com o sistema de pagamento online. “Manifestei o meu interesse em apoiar o projeto e foi ele que me falou, pela primeira vez, na possibilidade de ser Cônsul Honorário de Cabo Verde em Miami. Mais tarde creio que em 2014 ou 2015, ele voltou a me contatar a dizer que o projeto estava avançado e se eu ainda estava interessado em apoiar o projeto. Confirmei o meu apoio e em fevereiro de 2016 enviou-me uma fatura de compra de licença de equipamentos que paguei. Foram cerca de 85 mil Dólares”, esclareceu.
Envolvimento dos Hopffer Almada
César do Paço falou ainda que a família Hopffer Almada está envolvida no processo, cujos meandros o deixou maguado.
Conforme contou, depois de tantas insistências do Embaixador José Brito, ele acabou por aceitar o convite de ser Cônsul Honorário de Cabo Verde em Miami, algo que não chegou a acontecer porque houve envolvimento de David Hopffer Almada, pai da candidata do PAICV nas eleições de amanhã, 18 de abril.
“Meses depois, o advogado David Hopffer Almada entrou em contato comigo para tratar dos procedimentos. Enviei todos os documentos solicitados e em seguida enviou-me uma fatura de honorários de cerca de 3.500 contos com a garantia de conseguir fechar o processo em menos de um mês”, acrescentou, dizendo que apesar de achar o “valor exagerado” fez a transferência.
Falhanço ou falcatrua dos Hopffer Almada
David Hopffer Almada prometeu, mediante o pagamento do elevado valor, resolver o processo em menos de um mês, mas passado mais de seis meses, disse de Paços, de entre várias correspondências trocadas por E-mail, os resultados não foram conseguidos.
“A desculpa é que haviam mudado de governo e que o processo se encontrava com o novo Ministro dos Negócios Estrangeiros. Até hoje apesar de várias insistências e do meu representante ter-se reunido por duas vezes com David H. Almada e outra vez com a filha Ana Gommel, o meu pedido de devolução do valor pago para tratarem do processo não foi atendido”.



Afinal!
Este Sr . É amigo da extrema direita portuguesas e da extrema esquerda Cabo-verdiana?
Fabricaram um facto político e a montanha pariu um rata chamada Janira.
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