Os investimentos foram concretizados em 73%, sobretudo no domínio da reabilitação urbana, da habitação e reforço dos transportes escolares
As apreciações da Conta de Gerência relativas ao ano económico de 2018 foram feitas pela Assembleia Municipal na sessão da passada quinta-feira, 30, cujas execuções é fruto da excelência de relações com o Governo central, o que tem traduzido na transferência de mais recursos de fundos do Turismo, Ambiente, PRRA, bem como com a SDTIBM e a União Europeia.
Apesar da continuidade da seca, a Administração conseguiu realizar investimentos de fundo, observou o Edil Miguel Rosa.
O Autarca classifica como positiva para o “bom nível” de realizações da Câmara Municipal, em favor das pessoas e diversas comunidades da ilha.
Rosa sublinhou que em termos de execução orçamental de Receitas, pode-se constatar que as receitas previstas corrigidas foram de trezentos e vinte e nove milhões, duzentos e vinte e um mil, cento e nove escudos, incluindo o saldo da gerência anterior no valor de 9.290.296$00.
Quanto às receitas arrecadadas, cifram-se no total de 239.513.461$00, confirmando, assim, uma taxa de execução na ordem dos 73% do total previsto. Nas despesas, também se demonstra que o orçamento final das Despesas Municipais previstas, após a Retificação Orçamental, no referido ano, foi de 329.221.109$00, incluindo a previsão da amortização de empréstimo.
Comparando a execução de receitas, com relação ao ano anterior, houve um aumento na arrecadação de receitas em 6% (73%-67%), um aumento que deveu-se sobretudo às transferências de capitais dos Fundos do Ambiente, Turismo, Programa de Mitigação de Seca e pela venda de terreno.
No capítulo das despesas, a taxa de execução de 2018 atingiu cerca de 69% contra os 63% do ano anterior de 2017, com um aumento, também, na ordem dos 6%, com realce para as despesas de investimentos, nomeadamente, obras de requalificações urbanas e ambientais da Cidade, nas Vilas do Barreiro e da Calheta e na povoação do Morrinho.


