Visita, que acontece nesta quinta-feira, 4, surge como gesto de solidariedade após o incêndio que afetou aquela comunidade
Conforme comunicado do Ministério da Cultura e das Indústrias Criativas, trata-se de uma visita de solidariedade devido ao trágico incidente ocorrido na localidade dos Rebelados de Espinho Branco, no Município de São Miguel.
A comunidade de Rebelados detém habitações de valor patrimonial e há alguns dias um incêndio que deflagrou no local destruiu algumas moradias.
A visita será acompanhada do Presidente da Câmara Municipal de São Miguel, Herménio Fernandes, e da Presidente do Instituto do Património Cultural, Ana Samira Baessa.



Esta mania de condenar este colectivo de nossos comptriotas como rebeladas e siguir viver separado da sociadade. Ja era hora de pór ponto final a vergonha da ilha do San Tiago. Condenar uns coletivos de pessoa a vivir sempre no passado so para manter tradiçao numa ilha com menos de 300 mil habitantes. Eles deve estar integradamente em sociadade como Cabo verdianos que sao, e deixamos de tentar buscar historial que ñao tem sentido so para contentar alguns brancos
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