Jorge Santos manifestou esta posição, após a Enapor concluir com sucesso as intervenções preventivas no Porto do Maio, na sequência do assoreamento ocorrido em maio último
O Ministro do Mar admite que as operações de desassoreamento dos Portos devem ser vistas como uma atividade económica, destacando que estas intervenções podem ser concessionadas a privados, dada a importância do produto extraído, a areia, que tem valor no mercado.
“O desassoreamento é uma atividade económica, e em qualquer parte do mundo, ele é visto como produção de areia, um produto valioso”, sublinhou o governante que prestava declarações à Comunicação Social na Cidade do Mindelo, na sequência do fim dos trabalhos de desassoreamento no Porto do Maio.
Segundo vincou o Ministro, a pronta intervenção da Enapor já permitiu a retoma de operações na rampa metálica do Porto da Ilha.
Relativamente aos custos detas operações, o Ministro do Mar assegurou que os investimentos necessários são mínimos e fazem parte da manutenção habitual da infraestrutura portuária. “Este é um trabalho técnico que, com investimentos mínimos, podemos concretizar. Trata-se mais de manutenção do que propriamente de investimento”, explicou.
O Ministro também enfatizou que o desassoreamento não deve ser encarado apenas pelo lado negativo, mas como uma oportunidade de negócio. “Podemos ver esta situação como uma oportunidade para fazer negócios”, reforçou.


