Durante o ato de posse, Jorge Santos desafiou o Fundo a assumir um papel central no financiamento e na dinamização do desenvolvimento do setor das pescas em Cabo Verde. A nova direção do FAP passa a ser presidida por Maria do Céu Silva Costa, tendo como vogais Vera Gominho e Renato Delgado
O Ministro do Mar, Jorge Santos, presidiu na sexta-feira à cerimónia de posse do novo Conselho Diretivo do Fundo Autónomo das Pescas (FAP).
A nova direção do FAP passa a ser presidida por Maria do Céu Silva Costa, tendo como vogais Vera Gominho e Renato Delgado.
Na ocasião, o Governante sublinhou que a tomada de posse marca uma nova etapa no processo de reforma e autonomização do fundo, com o objetivo de aproximar a instituição das comunidades piscatórias e reforçar os mecanismos de financiamento do setor.
Segundo Jorge Santos, pretende-se que o FAP evolua progressivamente para uma entidade financeira para-bancária, capaz de mobilizar recursos e apoiar atividades ligadas à pesca artesanal e industrial, bem como outros segmentos da economia do mar que agregam valor ao setor.
O Ministro destacou ainda que o fundo deverá trabalhar em articulação com instrumentos nacionais de financiamento, como a ProCapital e o Fundo Soberano de Cabo Verde, com vista a transformar projetos e ideias do setor em investimentos concretos.
Por sua vez, a nova presidente do FAP afirmou que a missão da instituição passa por servir diretamente pescadores, peixeiras e comunidades ligadas ao mar, reforçando o papel das pescas como fonte de alimento, emprego e identidade nacional.
Maria do Céu Silva Costa defendeu uma atuação baseada na proximidade com as comunidades piscatórias, na escuta ativa e na gestão transparente dos recursos, garantindo que os apoios do fundo tenham impacto real no desenvolvimento do setor.


