Eleições e resultados são considerados ” um insulto à população Moçambicana “. Há atores que não aceitam os dados apresentados
Está oficialmente encontrado os vencedores das eleições deste mês em Moçambique, na sucessão do Presidente que não pôde disputar um terceiro mandato por imposição legal.
A Comissão Nacional de Eleições Moçambicana anunciou na quinta-feira, 24, a vitória de Daniel Chapo do FRELIMO na eleição a Presidente da República, com 70,67% dos votos, resultados que ainda têm de ser validados pelo Conselho Constitucional.
Venâncio Mondlane, apoiado pelo Partido Optimista para o Desenvolvimento de Moçambique, ficou em segundo lugar, com 20,32%.
Na terceira posição da eleição presidencial ficou Ossufo Momade, presidente da Resistência Nacional Moçambicana 5,81%, seguido de Lutero Simango, presidente do Movimento Democrático do Moçambique, com 3,21% dos votos.
A Comissão Política Nacional da RENAMO, o maior partido da oposição em Moçambique, não aceita os resultados das eleições presidenciais, legislativas e provinciais
O partido decidiu ainda encetar diligências junto da sociedade moçambicana e da comunidade internacional para encontrar soluções para a “reposição da verdade eleitoral”.


