Ator e realizador Norte-americano faleceu aos 89 anos de idade
Robert Redford é um dos maiores símbolos do cinema com presenças marcantes em westerns, comédias românticas e thrillers. A sua morte esta terça-feira, em Utah, enluta o cinema mundial
Figura incontornável do grande ecrã Norte-americano, Robert Redford começou na televisão em séries thriller como “Alfred Hitchcock Presents” e “The Twilight Zone”, nos anos 60. Ainda nesta década, chegou ao cinema, começando a destacar-se como protagonista em filmes como “Descalços no Parque” e os westerns “Dois Homens e Um Destino” ou “As Brancas Montanhas da Morte”.
A sua primeira nomeação para Óscar surgiu pela primeira vez pelo seu papel no filme criminal “Golpe de Mestre”, de 1973.
Era também um protagonista recorrente de dramas românticos como “África Minha” ou “O Nosso Amor de Ontem”. Foi, ainda, estrela de thrillers como “All the President’s Men“, “Proposta Indecente” e “Os Três Dias do Condor”.
Mais tarde, Robert Redford decidiu colocar-se atrás da câmara e realizar o filme “Gente Vulgar”, em 1980. O filme valeu-lhe o único Óscar competitivo, enquanto Melhor Realizador.
Em 2002, a Academia de Cinema Norte-americana entregou-lhe um Óscar honorário.
O filme “The Old Man & the Gun“, lançado em 2018, foi a última longa-metragem que gravou antes de anunciar a sua intenção de se reformar em definitivo. O último filme em que apareceu foi “Vingadores: Endgame“, numa pequena aparição da personagem que tinha já interpretado em “Capitão América: Soldado de Inverno”.
Defensor e impulsionador do cinema independente, Robert Redford é, igualmente, um dos fundadores do festival de cinema Sundance, criado em 1981.


