Acusação foi proferida ontem, quando a líder do PAICV, Janira Hopffer Almada, passava por Mosteiros. Caso remonta do tempo em que era professor.
O Candidato do PAICV a Presidente de Câmara Municipal dos Mosteiros, na Ilha do Fogo, Fábio Vieira, foi ontem acusado de ter mantido relações com uma menor de 12 anos. O caso terá ocorrido no tempo em que era professor
A acusação foi proferida por uma jovem, ontem, terça-feira, 20, quando a líder do PAICV, Janira Hopffer Almada, passava por Mosteiros, durante a visita que fez ao Concelho. A referida jovem foi mais longe ao afirmar que apesar do caso ter sido abafado pelas autoridades, tal acontecimento é do domínio público nos Mosteiros.
Segundo informações recolhidas, a referida rapariga com quem o Candidato Fábio Vieira manteve relações sexuais, chama-se Patrícia Correia, reside atualmente em Boston, nos Estados Unidos da América, e é filha de um Deputado da Nação, residente na Cidade da Praia.
Fontes nos Mosteiros informaram que não se sabe ao certo como e porquê que o caso foi abafado na altura, mas que não são poucas as pessoas que tiveram conhecimento do ocorrido.
Num momento em que a campanha entra na sua reta final, aguarda-se novos desenvolvimentos sobre este assunto que já está a ser comentado nas ruas da pacata Mosteiros.
OPAÍS.cv teve acesso a um depoimento da aluna, atualmente nos EUA, em que afirma que o então professor Fábio Vieira, que na altura lecionava a disciplina de Homem Ambiente a levava, juntamente com outras duas colegas, para um local nas traseiras da Escola de Laranjo, onde desenrolava a cena entre ambos.
A menina e suas colegas estudavam o 7.º ano. Refira-se que o mesmo Fábio Vieira já tinha tido um caso comprovado de envolvimento com uma outra menor, do qual resultou um filho, registado com o nome de Fabrício Vieira, hoje adolescente.



A ser verdadeira a denúncia, a deputada, presidente do Paicv, mãe e jurista JHA não pode deixar de dizer o que pensa disso. Se bem, que no Paicv, a lógica é se não for pego, então não existe nem crime, muito menos criminoso. É a lógica perversa de organização criminosa.
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