MpD é um Partido com um percurso “que mudou” Cabo Verde

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No dia em que o MpD completa 34 anos, Presidente do Partido assinalou a data com uma mensagem

Ulisses Correia e Silva vinca que o MpD é um Partido com um percurso “que mudou” Cabo Verde.

Em mensagem por ocasião dos 34 anos da fundação do MpD, hoje assinalado, o líder democrata felicitou os Militantes e Simpatizantes pela data. “Parabéns a todas Cabo-verdianas e a todos os Cabo-verdianos. Todas e todos porque a nossa razão de ser enquanto Partido político, é Servir. Servir a grande Nação Cabo-verdiana”, escreveu UCS.

“De um regime de partido único, passamos a ter liberdade e democracia a partir de 13 de Janeiro de 1991”, lembrou, ainda, observando que Cabo Verde é, “hoje um País respeitado no mundo pela democracia e boa governação”.

Cabo Verde é o País mais livre da África, é o terceiro País da Africa no índice da Democracia, e “nada disto seria possível sem o 13 de Janeiro de 1991 e sem a Constituição de 1992”, enfatizou o também Primeiro-Ministro, observando que de um Estado centralizador, Cabo Verde evoluiu para um Estado descentralizado com a instauração do Poder local e de Câmaras e Assembleias municipais eleitas e com competências próprias.

“Hoje o desenvolvimento local é uma realidade com impacto na vida das pessoas. Nada disto seria possível sem o regime democrático e sem a opção política corajosa tomada pelo MpD em 1991 de realizar as eleições Autárquicas” destacou de seguida.

UCS pontuou que de uma Diáspora sem cidadania política, os cidadãos Cabo-verdianos residentes no estrangeiro passaram a ter o direito de votar e de serem eleitos nas eleições Legislativas e Presidenciais no seu País de origem e a ter representação política no Parlamento nacional, o que não era possível antes do 13 de Janeiro de 1991.

“Nada disto seria possível sem a liberdade e a democracia e sem a vontade política e a iniciativa legislativa do MpD em conceder cidadania política plena à nossa Diáspora”, reforçou.

Em matéria económica, o líder democrata destacou que de uma economia “estatizada e sem liberdade”, Cabo Verde é hoje o segundo melhor País em África no índice da Liberdade Económica. “Isto não seria possível sem as reformas económicas realizadas a partir de 1993, que permitiram o desenvolvimento do setor privado e a liberdade de as pessoas consumirem e investirem”.

O PM pontua que a democracia e a liberdade económica tiveram impacto no aumento do crescimento económico, na redução do desemprego e na redução da pobreza, mas assinalou que “não foram só as liberdades política e civis, foi a abertura das portas para o desenvolvimento e para a melhoria da qualidade de vida das pessoas”.

A liderar o governo da República e 14 das 22 Autarquias, UCS vinca que, passados estes 34 anos, “o MpD continua forte”.

“Apesar das graves crises que atravessamos, o País está com a economia a crescer, o desemprego e a pobreza a diminuírem”, assinalou, reiterando estar o Governo empenhado em dar respostas aos grandes constrangimentos que afetam o País como a forte dependência na importação da energia, a forte exposição a secas severas e os transportes inter-ilhas.

“Vamos vencer esses desafios com a transição energética, a estratégia da água para a agricultura e melhores (dos) transportes aéreos e marítimos inter-ilhas”, expressou.

Erradicar a pobreza extrema é um outro “grande desafio” do País, e UCS mostra-se confiante em como “vamos conseguir”.