Para o bem do Município, o MpD exorta a Câmara Municipal a “repor a legalidade e o bom senso”, e que reveja a medida de suspenção do Cadastro Social Único, acusando o Executivo camarário de desnorte
O MpD em São Domingos diz-se “estupefato” com a suspensão do Cadastro Social Único, CSU, pela Câmara Municipal de São Domingos, liderado pelo PAICV, que evoca algumas irregularidades para suspender o CSU.
Isa Gandira Rodrigues observa que o processo de registos e atualizações no CSU não deve estar suspenso e as Câmaras Municipais devem garantir a sua efetividade, pelo que é uma irregularidade o que fez a Autarquia de São Domingos, uma vez que quem tutela o CSU é o Governo.
Face à suspensão anunciada semana passada, o MpD afirma que a Autarquia local está “completamente desorientada” e que não faz a “mínima ideia” de qual é o seu papel neste processo, o que na opinião da responsável do MpD por si só demonstra que a atual equipa camarária tem feito uma “navegação à vista, sem rumo e sem direção”.
Por outro lado, a decisão da Edilidade, na perspetiva de Isa Gandira Rodrigues, é “maldosa, com motivações políticas obscuras que em nada abonam os Munícipes”.
A Câmara Municipal de São Domingos fala em irregularidades detetadas no CSU e alega falta de colaboração da Coordenadora do processo, no Município. O MpD em São Domingos repudia esta tentativa da Edilidade em “perseguir” a Coordenadora do CSU, sublinhando que foi o PAICV que durante a campanha para as Legislativas esteve no terreno a tentar enganar as pessoas que o CSU é uma medida da Câmara Municipal e não do Governo.
“Como não tiveram sucesso nos seus intentos, passaram a perseguir a Coordenadora do Cadastro Social no Município, porque entenderam que ela não pactuou com a campanha de desinformação que montaram acerca do CSU”, referiu Isa Gandira Rodrigues, sublinhando, ainda, que ela, destaca-se por ser uma pessoa “reta, justa e honesta” no exercício das suas funções, que “nunca cede às pressões e chantagens”, por isso, vê-se acusada de “forma vil e baixa” por uma Autarquia que não tem a “mínima noção” das suas responsabilidades. “A ela, todo o nosso apoio e solidadriedade”, assegurou.


