Partido no poder, diz acompanhar situação da ilha com “muita tristeza e consternação”
O MpD enviou ontem, terça-feira, 12, o seu “sentimento de profundo pesar e um forte abraço de solidariedade” ao povo da Ilha de São Vicente, afetado pelas chuvas de ontem.
Numa declaração política, o Secretário Geral do MpD, Agostinho Lopes, diz que o Partido do Governo acompanha “com muita tristeza e consternação” a tragédia que assolou tanto a Ilha de São Vicente como as Ilhas de Santo Antão e São Nicolau.
“A Ilha de São Vicente foi a mais afetada, com perdas de vidas humanas, muitos desalojados e uma devastadora destruição de bens pessoais e coletivos”, refere o SG do MpD, que neste momento de dor e luto, “endereçamos o nosso mais sentido voto de pesar às famílias enlutadas, aos que perderam não só os seus entes queridos, mas igualmente ficaram sem as condições básicas para uma vida digna”.
“Temos consciência das limitações económicas do nosso País”, acrescenta a nota, entretanto “sabemos igualmente que, em casos desses, cada perda material passa a ser um fardo adicional para as famílias, agravando consideravelmente as condições de sobrevivência de muitas delas”, pelo que o MpD apela e encoraja as autoridades a “tudo fazerem” no sentido de encontrarem os meios necessários para os necessários apoios.
Aos militantes, simpatizantes e amigos do MpD, em todo o mundo, o SG do MpD deixa um apelo no sentido de se organizarem para, “eficazmente, recolherem apoio solidário a ser enviado para a Ilha de S. Vicente nos próximos tempos e enquanto durar a situação de fragilidade social resultante desta calamidade”.
“Este apelo é igual e fortemente dirigido aos empresários do País, especialmente os amantes da liberdade, da democracia e da dignidade humana, na convicção de que, nesta hora, o mais pequeno gesto de solidariedade conta”, ajunta Lopes que deixa incentivo ao Governo, desde o Primeiro-Ministro aos outros membros do Governo que face à situação alteraram suas agendas “para se dedicarem ao trabalho de socorro e reposição das condições mínimas tendentes à normalização da vida económica e social das populações e Ilhas afetadas”.


