Novos líderes locais serão eleitos no próximo domingo, 3, em 16 Concelhos do País e nalgumas regiões da Diáspora
O Movimento para a Democracia defendeu uma aposta em líderes locais com autonomia política e capacidade de mobilização bem como com capacidade de realização de ações políticas junto dos militantes e da Sociedade.
Esta posição foi defendida na reunião da Direção Nacional, no sábado, 26, onde se falou da questão da realização, no dia 3 de abril, das eleições para as Assembleias Políticas Concelhias e as Assembleias Políticas nas Comunidades Emigradas em 16 Concelhos e na Diáspora.
Nesta reunião, a Direção Nacional do MpD aprovou o Relatório e Contas do ano de 2021, tendo recomendado à Comissão Política Nacional a reflexão sobre o Financiamento do Partido e a adoção de medidas para uma comunicação efetiva a nível interno e com a Sociedade e a sensibilização dos militantes e simpatizantes para o voluntariado. Abordou-se ainda a questão do Ciclo de Conferências “Que Partido temos, que Partido queremos” com duas conferências já realizadas, uma na Praia, outra no Mindelo que vão ter continuidade nos próximos meses nos restantes Concelhos do País e na Diáspora.
Por outro lado, o MpD analisou ainda a situação Política Nacional, tendo a Direção Nacional congratulado com as medidas anunciadas pelo Governo para mitigação da escalada de preços, num momento em que a crise derivada dos três anos consecutivos de seca e da pandemia da Covid-19 é agravadas pela crise derivada da guerra Rússia/Ucrânia, com reflexos no abastecimento e no aumento do preço dos combustíveis e de produtos de primeira necessidade, no nível de inflação e no crescimento.
Na reunião foi realçada ainda a estabilização do preço de combustíveis, do trigo, milho, arroz, óleos alimentares e leite em pó e a manutenção de medidas em curso, a redução do IVA sobre eletricidade de 15 para 8%, a majoração às empresas, em 30% de custos com aquisição de água e eletricidade e o desconto de 50% na Tarifa Social de Água e Eletricidade para as famílias mais vulneráveis.
Por fim, a criação do Gabinete de Crise que ajusta as medidas sempre que necessário e faz a comunicação com a Sociedade, foi apreciada positivamente pelos membros da Direção Nacional que está ciente que o Governo fará a melhor gestão da situação que o País vive neste momento.


