Posição surgiu em resposta a posições sustentadas pelo Presidente Rely Brito
O coordenador do MpD no Maio criticou hoje as declarações do Presidente da Câmara Municipal do Maio, Rely Brito, sobre uma suposta “falência técnica” da Autarquia.
Em conferência de imprensa, Adilson Cardoso classificou as afirmações como resultado de “despreparo e má-fé” da atual equipa camarária.
Segundo este responsável, o executivo cessante deixou um projeto de 400 mil contos, denominado ‘Citres’, para o setor de saneamento, bem como boas reputações junto às entidades financeiras, possibilitando a negociação de um avultado empréstimo. “Isso é falência ou resultado de boa gestão?”, questionou.
O coordenador do MpD também destacou que a nova equipa realizou contratações e nomeações logo no início do mandato, sem avaliar o impacto financeiro, criticando a gestão do orçamento municipal.
Quanto ao subsídio de reintegração solicitado pela equipa cessante, Cardoso afirmou que é um direito legal e negou que isso comprometa o pagamento de salários. “O argumento de falência demonstra falta de noções básicas de gestão pública autárquica”, acrescentou.
Adilson Cardoso ainda acusou o Presidente Rely Brito de tentar manchar a imagem da anterior gestão, ressaltando que a transição decorreu com cordialidade, como comprovado por relatório de entrega e publicações oficiais.
Para concluir, defendeu o legado de Miguel Rosa e apelou à nova equipa para agir em prol dos desafios da Ilha. “O momento é de ação e trabalho, não de desculpas ou subterfúgios. Os maienses querem resultados”, finalizou.


