MpD refuta acusações do PAICV e reafirma compromisso com transparência e verdade

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Partido reafirma que Cabo Verde é hoje “muito mais transparente” do que era em 2016

A Secretária Geral Adjunta do MpD, rejeitou, esta sexta-feira, 31, as acusações do PAICV, reafirmando o compromisso do Partido com a transparência e a verdade.

Vanuza Barbosa criticou as repetidas acusações do PAICV, Oposição, descrevendo-as como “infundadas” e “sem respaldo na realidade”.

“Estaremos sempre aqui, as vezes que forem necessárias, para repor a verdade. A conferência de imprensa de ontem está, mais uma vez, marcada pelo pecado original – entram a bater e só depois questionam”, disse.

A Secretária Geral Adjunta destacou que Cabo Verde é agora muito mais transparente do que em 2016, graças a um quadro legal mais robusto e a instituições de controle mais eficazes.

“Não só temos um quadro legal mais robusto, como também temos mais e melhores instituições de controlo. Além disso, há uma maior disponibilidade para fiscalizar e ser fiscalizado”, salientou.

A também Deputada da Nação apontou os princípios introduzidos pelo novo quadro legal, incluindo o princípio dos 3 E’s (Economia, Eficácia e Eficiência) e o princípio da perseguição dos recursos públicos, como evidência do compromisso do MpD com a transparência e a boa governança.

Vanuza Barbosa também rebateu as alegações do PAICV sobre as contas da Covid-19, enfatizando que todas as instituições, incluindo o Tribunal de Contas, não encontraram nenhum problema.

“No entanto, o PAICV continua a alegar um desvio de 8 milhões de contos, cerca de 10% do Orçamento de Estado de Cabo Verde. Um País onde tal desvio fosse possível seria um dos mais corruptos do mundo, não o menos corrupto de África”, esclareceu, afirmando que o PAICV precisa “urgentemente” de acordar da hipnose em que se colocou desde que perdeu as eleições, em 2016.

A dirigente do MpD destacou as ações concretas realizadas pelo Partido em prol da transparência, incluindo o acesso concedido ao Tribunal de Contas ao SIGOF e a realização de auditorias aos fundos do Ambiente e do Turismo.

“Concedemos ao Tribunal de Contas acesso ao SIGOF, enquanto o PAICV o recusou durante anos para não ter a fiscalização no seu encalço. Viabilizamos a fiscalização concomitante pelo Tribunal de Contas, algo que o PAICV sempre impediu”, ajuntou, de seguida, reiterando que o MpD continua comprometido com a transparência e a boa governança, promovendo ações concretas que sustentam este compromisso.