Posição do Partido está vertido num comunicado divulgado nas últimas horas
O MpD repudiou este sábado, dia 16 de maio, as acusações feitas pelo PAICV relacionadas com alegadas situações de compra de votos, classificando-as como “falsas, graves e profundamente irresponsáveis”, numa altura em que o País se prepara para as eleições legislativas deste domingo.
Em comunicado, o Partido adianta que o funcionamento da agência bancária em causa “não é novidade, nem exceção eleitoral”, sublinhando que o atendimento aos sábados ocorre há vários anos e pode ser confirmado por qualquer cidadão.
Segundo o MpD, associar o funcionamento normal de um banco a suspeitas de compra de votos constitui uma “manobra política sem fundamento”, destinada a criar alarme social e lançar desconfiança sobre o processo eleitoral.
O Partido considera ainda “grave” o envolvimento do nome do Ministro Fernando Elísio Freire nas acusações, lembrando que o governante se encontra hospitalizado e foi submetido a uma cirurgia. Para o MpD, utilizar o nome do Ministro nestas circunstâncias revela “falta de responsabilidade política”.
Na mesma nota, o MpD defende que os Cabo-verdianos têm “consciência, maturidade e liberdade” para decidir o seu voto, apelando à serenidade, verdade e confiança no processo democrático.
O Partido conclui afirmando que “o povo Cabo-verdiano sabe distinguir factos de encenação” e acusa o PAICV de agir movido por “desespero político”.
Na manhã deste sábado, dia de reflexão devido às eleições legislativas de amanhã, circularam nas redes sociais e em diferentes localidades rumores relacionados com alegadas situações de compra de votos e de consciência.


