Comissão Política Concelhia, CPC, do Partido na Ilha anunciou que vai recorrer ao Tribunal Constitucional para reverter o “golpe político” dado em São Vicente
O Movimento para a Democracia, MpD, na Ilha de São Vicente, disse hoje que vai recorrer ao Tribunal Constitucional para requerer a impugnação da Mesa da Assembleia Municipal, ‘eleita’ na quarta-feira, consumando assim o “golpe Político” dado pela UCID, em conlúio com o PAICV e o Mas Soncent.
De acordo com a Presidente da CPC do MpD, Maria Santos Trigueiros, foi um “duro golpe” à democracia, o que aconteceu na Assembleia Municipal de São Vicente, “perpetrado pelos Partidos UCID e PAICV”, violando de forma “flagrante” os princípios democráticos e da “proporcionalidade consagrada na Constituição”. “É inadmissível que os 11 mil Munícipes que votaram no MpD em São Vicente não estejam representados na Mesa da Assembleia Municipal, devido a uma coligação das forças políticas derrotadas no pleito eleitoral”, ajuntou.
Conforme precisou, o MpD não aceita esse bloqueio ao desenvolvimento, que os Partidos que perderam o pleito eleitoral estão a fazer na Ilha do Monte Cara, uma ideia que segundo disse partilhada também pelos Munícipes.
De realçar que, apesar do MpD ter sido o Partido mais votado, nas eleições de 25 de outubro, ficou de fora da mesa da Assemblria Municipal, porque a UCID e outros Partidos, através de uma aliança “assaltaram” a Mesa da Assembleia Municipal, que doravente é digirida por Dora Pires, da UCID, tendo já assumido a função de Presidente.
O Mas Soncent ficou com a vice Presidência e o PAICV com o Secretariado.


